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Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Bem-vindo(a)

Hoje tudo o que eu queria
era a tua visita.
Não sei porquê mas fazia-me bem
que me deixasses uma mensagem.
Se não gostares do
meu cantinho diz.
Podes ficar descansado(a)
que não vou ralhar contigo.
Para quem não sabe
e me visita pela primeira vez
este é um espaço de
um Açoriano da ilha Terceira.
Aqui vou falando
da minha terra
e das minhas ideias e ideais
.Obrigado por me visitares

Teatro no Porto Judeu

12.03.10, ilhas

DIA 13 de Março na Associação Cultural de Porto Judeu

 

 

Sinopse
Nunca a aplicação da justiça social foi tão frágil como agora. Basta ver como poucos tostões podem servir de cortina de fumo a milhões que desaparecem sob a sabedoria mágica de alguns. Essa fragilidade é ainda mais visível quando as pessoas – profissionais da caridade – procuram fazer do subjectivo um objectivo indiscutível.
Se as políticas sociais fossem indiscutíveis não era necessário falar delas como quem fala de um prato de culinária que está sob a ameaça constante de azedar. Porém, a existência de uma boa justiça social passa apenas pela atitude humilde de ouvir quem dela precisa. A justiça social não deve servir para dar cor política a propósitos que, embora confessados, nunca são assumidos. (Ninguém deve esquecer que é sempre fácil dar a alguns aquilo que é de todos).Por isso, Fátima põe roupa a secar porque quem anda destapado de água fria tem medo e Rosa não se queixa porque tem mais inteligência do que um esquentador, tanta quanto lhe basta para entender que antes uma burra parideira do que uma praga em cima de figueira. Apesar das adulterações, enquanto a roupa seca elas falam de tudo o que faz parte do seu quotidiano vulgar (o mesmo que normal). Nada via mudar… para melhor e Lavoisier ressente-se disso.



Ficha Técnica
ENQUANTO A ROUPA SECA: texto e encenação de Álamo Oliveira
Personagens e intérpretes:
Fátima – Carmo Amaral
Rosa – Judite Parreira
Dois intervenientes «of side» – Gonçalo Peres e Maria Peres
Técnica – Markus Trovão
Produção – Eduardo Contente
Fotografia – Rui Melo
Grafismo – Markus Trovão


Apoio: Presidência do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura
Duração do espectáculo: 80 min
Data de estreia: 27/12/2009

Local: Sede do Alpendre

Comemorações do 33º aniversario do Alpendre grupo de teatro

Aos 33 anos de vida do Alpendre, que melhor sorte haverá do que lembrar o quanto este grupo tem pregado no deserto. E, no entanto, é muito bom saber que ele ainda tem fôlego para continuar a pregar… no deserto. 33 anos é obra!
Álamo de Oliveira

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