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Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Bem-vindo(a)

Hoje tudo o que eu queria
era a tua visita.
Não sei porquê mas fazia-me bem
que me deixasses uma mensagem.
Se não gostares do
meu cantinho diz.
Podes ficar descansado(a)
que não vou ralhar contigo.
Para quem não sabe
e me visita pela primeira vez
este é um espaço de
um Açoriano da ilha Terceira.
Aqui vou falando
da minha terra
e das minhas ideias e ideais
.Obrigado por me visitares

Assaltado. E esta heim ?

30.12.07, ilhas

Já há alguns dias que não conseguia chegar aqui ao meu cantinho, que tanto adoro, problemas da vida, a época que estamos a atravessar, com as visitas às "mijinhas do menino", o trabalho, foram os motivos que me afastaram estes dias de vós. 

Uma das coisas que mais me marcou estes dias foi um assalto de que uma casa da qual sou propriétário ser alvo de assalto. Conto-vos o que aconteceu em breves palavras;

Na véspera de Natal, dia 24, fui alertado de que um individuo apresentando sinais de embriagues teria partido um vidro, de uma das janelas, e teria de seguida tentado arrombar a porta. Isto passa-se por volta das 16.30 h numa das arterias mais movimentadas de Angra do Heroismo... Diversas foram as testemunhas do sucedido, que me levaram, pouco depois, a identificar o sugeito, um sem abrigo,  e faze-lo perante a policia que o deteve para identificação.

No  dia vinte seis, por volta fdas 23.30h, quando regressava de um velório, e ao passar frente à propriedade deparo-me com uma das portadas semi abertas. Paro o carro, pego nas chaves e entro na casa... Ao tentar abrir as luzes vejo que o contador electrico disparou... No mesmo instante vejo uma luz tenue na sala, o que poderia indiciar a presença de intrusos... Apercebi-me que era uma vela acessa... Nesse momento o pavor apoderou-se de mim e sai da casa. No exterior liguei à policia que numa fracção de minutos chegou ao local. O que se passou a seguir fez-me lembrar um filme de holliwood. A Policia , antes de entar na casa, armou-se "até aos dentes" não me deixou entrar na casa, ficando no exterior "guardado" por um agente cuja função era ver se os possiveis intrusos saiam por outro sitio que não as traseiras da casa.

Depois de feita a revista e de se concluir que o intruso já estaria a "milhas" os agentes mandam-me à esquadra para formalizar a queixa. O graduado de serviço fez-me uma série de questões às quais eu ainda nem sabia responder. O que faltava na Casa? Que valor teriam os obejtos roubados... Imagina-se que eu com a confusão e  com os nervos à flor da pele, não fui capaz de responder a nada... O oficial aconselhou-me a voltar de manhã com ideias do que de facto faltava.

De regresso ao local, onde os agentes se encontravam a agurdar o meu regresso, poi a porta a fechadura da porta foi arrancada, vejo junto aos mesmos im sujeito de mau aspecto e um ados policias com um saco na mão. Fui chamado para fazer o reconhecimento dos objectos que de facto eram da casa. Os policias pedem ao sugeito para entra na viatura para os acompanhar ao que o tipo responde que vai à esquadra a pé, sózinho e que nenhum deles o poderia meter b«na viatura pois não tinham mandato nem qualquer acusação contra ele. O moivo, desta resposta, soube-o depois... È que, imagine-se, o homem ao ver a policia na zona resolveu entregar o sacoque um hipotetico amigo teria-lhe pedido para guardar. No meio disto tudoo que mais me faz interrogar é o seguinte; Se o homem não tinha nada a ver com o assalto como sabia que os objectos eram da casa? Será que se arrependeu?

O crime já foi considerado publico, um policia já esteve na residencia tres horas a tira impresões digitais. Eu já estive na policia uma horas e não resolvi nada. Os ladrões continuam à solta. Quem teve o prejuizo de janelas partidas fui eu... Quem andou à procura de um carpinteiro às 2 da madrugada fui eu... Quem pagará as despesas serei eu... E os ladrões, quiçá sem abrigo continuaram por ai a experimentar portas e janelas de casas que pareçam vazias para se abrigarem mais uma vez e destruirem o que lá se encontra e quiçá deixarem uma vela acesa que ilumine quem entre ou que, caso se atrase, quando chegar tenha a sua propriedade reduzida a cinzas...

Preocupa-me também o facto da nossa pacatez e modo de vida , com este tipo de violencia, estarem em risco. O que fazer ?

2 comentários

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    Luis Moisão

    30.12.07

    Atenção que não sou um «anónimo», mas sim um Vosso grande e eterno amigo. Um abraço.
    Os Açores e o Alentejo não têm fim!
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