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Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Ideias e Ideais

... Sou das Ilhas de Bruma onde as gaivotas vêm beijar a terra...

Bem-vindo(a)

Hoje tudo o que eu queria
era a tua visita.
Não sei porquê mas fazia-me bem
que me deixasses uma mensagem.
Se não gostares do
meu cantinho diz.
Podes ficar descansado(a)
que não vou ralhar contigo.
Para quem não sabe
e me visita pela primeira vez
este é um espaço de
um Açoriano da ilha Terceira.
Aqui vou falando
da minha terra
e das minhas ideias e ideais
.Obrigado por me visitares

Principe do Ilhéu visitou o Ideias...

04.11.07, ilhas

 

Ao que parece o post que publiquei recentemente intitulado Principado do Ilhéu, deve ter despertado a curiosidade, quiçá em alguma pesquisa pela net ,  do príncipe do Ilhéu da Pontinha. Este ilhéu que segundo consegui apurar tem uma carga histórica muito grande para a Madeira e os descobrimentos, foi vendido a Renato Barros, um empresário, que na altura pensava por lá instalar uma filial do Faialense Peter Café sport . Agora o príncipe " iniciou uma batalha internacional com vista a ver reconhecida a independência como estado daquele pequeno ilhéu.

Aqui reproduzo um texto em que , penso ser essa a intenção, me convidam a ser cidadão honorário daquele território. Já agora informo os meus leitores de que alterei a formatação do texto de modo a ser melhor perceptível .

 

"Preambulo

Sendo Nação e Estado  duas realidades distintas e inconfundíveis; sendo a Nação uma realidade sociológica, e o conceito de nação subjectivo; Sendo a Nação anterior ao Estado e podendo existir sem ele. Sendo o Estado  uma realidade jurídica, e o conceito de Estado objectivo. Deixemos pois o carvoeiro ser mestre em sua casa.

Assim sendo eu, Renato Barros, portador da Carta Régia emitida em 03 de Outubro de 1903 pelo Rei Dom Carlos Primeiro, sendo proprietário do Forte de São José com todos os privilégios régios que lhe foram implicitamente atribuídos pela compra do Ilhéu da Pontinha, decreta e faz saber que baseado na latitude discricionária e prerrogativas que lhe são de direito, atestando a idoneidade do cidadão, escolhido em consequência da sua maturidade intelectual e espiritual e o desejo do mesmo em usar de toda a sua sabedoria para promover os interesses do Território, confere assim o titulo de cidadão Honorífico (Honoris Causa) do território do Ilhéu da Pontinha a:

 

Deveres:

O cidadão deste território do Ilhéu da Pontinha de ora em avante chamado de São Joseense, reconhece a Igreja católica como uma condição "sine qua non" para usufruir dos direitos e privilégios a ele outorgados por este instrumento.

A perda desta cidadania será por óbito, ou por revogação da entidade outorgante.

A aquisição da cidadania São Joseense é atribuída como um compromisso, num acto de consciência plena em fazer parte integrante da história de uma nova Nação e não apenas um acto administrativo susceptível de proporcionar a aquisição de um conjunto de direitos e deveres.

 

Direitos:

Todos os contidos na Carta Régia, exceptuando-se a propriedade do Território.

Isenção do pagamento de quaisquer impostos ao Estado durante a vigência desta Nacionalidade.

Esta Cidadania entra vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Registrado no Livro dos Fundadores sob o numero 0000 do Território da Pontinha publicado na data aqui afixada.

Forte de São José, dia 13 de Maio do Ano da Graça de 2007

                                         Anno a Christo Natto, MMVII"

      

 

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